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Use a avaliação dos alunos para aprimorar sua escola

Qual o objetivo da avaliação das crianças e adolescentes na escola? Verificar se o aprendizado aconteceu? Se as informações foram absorvidas? Se o aprendiz tem a capacidade de mobilizar os conhecimentos adquiridos para resolver problemas?

E quando, independente do formato da avaliação, o resultado da avaliação não é promissor? Quando um aluno, alguns alunos ou a maioria dos alunos não tem um bom desempenho em uma avaliação, de quem é a responsabilidade? O que se deve fazer?

É habitual culpar as crianças, suas famílias e diversos fatores externos pelo mal desempenho escolar, mas não deveriam ser os educadores os responsáveis pela eficiência do aprendizado?

Avaliar os processos de aprendizagem e relacioná-los aos parâmetros curriculares básicos é dever da escola e tem o objetivo de garantir que todas as crianças e adolescentes atinjam um desenvolvimento comum. E quando estes parâmetros não estão sendo atingidos, não é papel da escola qualificar os indivíduos como “não aptos”, “não prontos”, “imaturos”, “incapazes”. Tal classificação não tem valor nenhum no aprendizado dos mesmos, nem ao menos melhora o aprendizado dos que foram bem classificados.

A constatação de que os objetivos de aprendizagem não estão sendo atingidos deve resultar em mudanças nos tempos, espaços, materiais, abordagens e experiências para garantir que a experiência de aprendizagem contemple também estes objetivos. É fato que a aprendizagem se torna mais eficiente quando está relacionada ao interesse individual e as necessidades reais, portanto cabe aos educadores e gestores da escola se tornarem investigadores destes aprendizes e criadores de ambientes e relações que propiciem melhores experiências de aprendizagem.

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